Trump promete US$ 5.000 a cada adulto se seu partido vencer em novembro

Trump promete US$ 5.000 a cada adulto se seu partido vencer em novembro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma promessa. Ele disse que vai pagar 5.000 dólares a cada adulto do país se o partido dele vencer as eleições.

Um dividendo é uma parte do lucro que é dividida entre várias pessoas. Aqui seria um pagamento de dinheiro do Estado a cada adulto.

O partido de Trump é o republicano. A promessa só se cumpre se ele vencer as duas casas do Congresso.

As eleições de meio de mandato serão em 3 de novembro.

Trump anunciou a ideia em um discurso em Dallas, no Texas. Ele falou em uma convenção do partido.

Ele colocou outra condição. Quer que esse dinheiro seja gasto dentro dos Estados Unidos. Disse que não quer que seja gasto no Canadá, no México ou na Alemanha.

O custo para as finanças públicas seria muito alto. É calculado em cerca de 1,3 trilhão de dólares.

A promessa chega em um momento difícil. A guerra com o Irã continua sem solução. Há uma disputa comercial com o Canadá. O preço da gasolina está alto, acima de 4 dólares o galão. E a popularidade do presidente está baixa.

O anúncio mexeu com os mercados. Abalou os títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Um título do Tesouro é um papel com o qual esse país pede dinheiro emprestado. Quando o título se abala, o preço muda e os juros que ele paga mudam.

A rede CNBC informou que o plano foi rejeitado de imediato pelos dois partidos.

Trump também falou da gasolina. Disse que o preço vai cair de uma vez quando as eleições passarem. Justificou a alta pela necessidade de evitar que o Irã conseguisse uma bomba nuclear.

No mesmo discurso ele disse que o país é mais rico do que nunca. Acrescentou que arrecada bilhões com as tarifas que impôs a outros países.

Para a promessa se cumprir, as duas casas são necessárias. O Senado renova um terço das cadeiras. A Câmara dos Representantes renova todas. Também falta o Congresso aprovar o gasto.

Por enquanto é só uma promessa condicionada. Não é lei. Não é dinheiro no bolso de ninguém.

Fontes: Expansión e Gestión, com dados da CNBC (Estados Unidos). 10 de setembro de 2026.

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