Software de Kardex e Estoque

Kardex Tauro

O software de gestão de estoque Kardex Tauro® foi projetado para gerenciar seu armazém ou depósito de forma eficiente e pode ser aprendido em um curto período de tempo.

O Kardex Tauro é gratuito para uso não comercial.
Não requer conexão com a internet e funciona no Windows.

Modelo de canvas de modelo de negócio em Word

Modelo de canvas de modelo de negócio em Word

Um canvas de modelo de negócio é uma folha única que resume como uma empresa cria valor e como esse valor se transforma em dinheiro. Em vez de escrever vinte páginas, o canvas distribui a informação em nove blocos que podem ser lidos de uma só vez: com quem se trabalha, no que é preciso ser muito bom, o que se oferece ao cliente, como se chega até ele, como ele é atendido, quanto custa manter a operação funcionando e de onde vem o dinheiro. Essa visão única é exatamente o que o dono de uma mercearia, um depósito, uma loja ou uma pequena empresa precisa quando quer colocar o negócio em ordem sem contratar um consultor externo.

Este modelo de canvas de modelo de negócio em Word já vem com o quadro montado. Não é uma folha em branco com um título: inclui a grade de nove blocos pronta para preencher, as tabelas de segmentos de clientes, fontes de receita, estrutura de custos e hipóteses a validar, uma seção de riscos e pressupostos e o bloco de assinaturas com a tabela de controle do documento. Você abre no Word, preenche com a equipe na frente e ele passa a ser o documento de referência do negócio pelo ano inteiro.

Usam este documento o dono, o gerente, o responsável pelas compras e o vendedor do balcão; ele também ajuda quando dois sócios precisam colocar no papel o que cada um entende sobre o negócio antes de investir. O maior valor dele é forçar as perguntas difíceis desde o início: para quem você realmente vende, quanto cobra e com que frequência, e qual despesa salta no momento em que as vendas começam a crescer.

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O que é e para que serve

O canvas não substitui o plano de negócio longo: ele vem antes e organiza o caminho. É a ferramenta para pensar o negócio inteiro em volta de uma mesa, com a equipe na frente, e para registrar no papel o que normalmente vive apenas na cabeça do dono. Na prática, serve para:

  • Explicar o negócio inteiro em cinco minutos a um sócio, a um fornecedor ou a quem vai emprestar dinheiro, sem abrir pastas nem procurar papéis.
  • Enxergar o bloco fraco de imediato: se as fontes de receita não estão claras, ou se os custos fixos comem a margem, o quadro mostra isso na hora.
  • Comparar cenários antes de decidir, como abrir uma segunda unidade, incluir entrega em domicílio, vender no atacado ou começar a vender pelas redes sociais.
  • Colocar os sócios e a família dona do negócio de acordo sobre o que vem primeiro e o que pode esperar, com a mesma folha sobre a mesa.
  • Organizar a conversa com o contador, com o consultor ou com o banco, porque cada bloco obriga a ter os números à mão.
  • Revisar o negócio a cada seis meses e anotar o que mudou em preços, clientes, canais ou custos, para não repetir por hábito as decisões do ano anterior.

O que o modelo inclui

O arquivo segue uma ordem que vai do geral para o específico. Cada seção é preenchida com frases curtas e com números reais do negócio, e não com texto de enfeite. Estas são as seções reais do documento:

SeçãoO que se escreve ali
Dados geraisNome do negócio, responsável pelo canvas, data de elaboração e período que a análise cobre.
Quadro do canvasA grade de nove blocos: parceiros-chave, atividades-chave, proposta de valor, relacionamento com clientes, segmentos de clientes, recursos-chave, canais, fontes de receita e estrutura de custos.
Proposta de valorQual problema o negócio resolve, para quem, e por que o cliente escolhe você e não o concorrente da esquina.
Segmentos de clientesTabela com o segmento, quem é, do que precisa, onde pode ser encontrado e qual é a sua prioridade.
Fontes de receitaTabela com cada fonte, como se cobra, a participação estimada nas vendas e a frequência da cobrança.
Estrutura de custosTabela com o tipo de custo, o que ele inclui, se é fixo ou variável e a moeda em que é mantido.
Hipóteses a validarTabela com cada hipótese, como ela será comprovada na prática e o resultado obtido.
Riscos e pressupostosO que pode dar errado, o que se está assumindo sem comprovar e o que será feito em cada caso.
Assinaturas e controleElaborado por e aprovado por, além da tabela de controle com o código do documento e o histórico de versões.

Os nove blocos do quadro

O quadro é lido da esquerda para a direita, como uma corrente: primeiro o que é preciso ter, depois o que se oferece e por fim o que entra e o que sai. O melhor é preencher nessa ordem, para não pular de um assunto para outro. Veja um exemplo do que vai em cada casa em um negócio de bairro:

  • Parceiros-chave: os fornecedores atacadistas, o transportador que traz a mercadoria, a oficina que conserta o equipamento de refrigeração e o vizinho que cede espaço para estacionar.
  • Atividades-chave: comprar bem, receber e conferir mercadoria, armazenar por categoria, atender no balcão, despachar pedidos e manter o depósito conferido.
  • Proposta de valor: preços justos com produto sempre disponível, atendimento que resolve e entrega no mesmo dia na região.
  • Relacionamento com clientes: trato direto e de confiança, pedidos por mensagem, aviso quando chega novidade e resposta rápida às reclamações.
  • Segmentos de clientes: as famílias do bairro, as lojas pequenas que compram no atacado, os restaurantes, as lojas de material de construção e os escritórios próximos.
  • Recursos-chave: o ponto comercial, o estoque, o freezer, a caminhonete de entrega, o sistema de emissão de notas e o conhecimento dos fornecedores.
  • Canais: a loja e a vitrine, o telefone, o motoboy e a página do negócio com o catálogo.
  • Fontes de receita: a venda no varejo, a venda no atacado, a entrega com taxa e as encomendas.
  • Estrutura de custos: o aluguel, as contas de consumo, a folha de pagamento, a compra de mercadoria, o transporte e a manutenção dos equipamentos e do veículo.

Como usar passo a passo

  1. Baixe o arquivo e abra no Word. Salve logo uma cópia com o nome do negócio e a data dentro do nome do arquivo, para trabalhar sem sobrescrever o original.
  2. Preencha os dados gerais: nome do negócio, responsável pelo canvas, data e período que a análise cobre.
  3. Preencha o quadro de nove blocos em voz alta com a equipe, um por um, usando frases curtas. Se algum bloco ficar vazio, esse é o primeiro assunto da próxima reunião.
  4. Desenvolva a proposta de valor em um parágrafo simples: qual problema resolve, para quem e por que o cliente escolhe você.
  5. Passe os segmentos de clientes para a tabela do documento, com uma prioridade clara: quem é atendido primeiro quando falta tempo ou falta mercadoria.
  6. Monte as fontes de receita e a estrutura de custos com números do último mês fechado, comparando o fixo com o variável para ver o que acontece se as vendas caírem.
  7. Escreva as hipóteses a validar e a seção de riscos e pressupostos, com uma forma concreta de comprovar cada uma: perguntar aos clientes, testar um preço, medir um canal durante um mês.
  8. Revise o rodapé e substitua pelo nome e pelos dados da sua empresa; na tabela de controle, troque o código do documento (aparece como [BC-___]) pelo número que o seu arquivo usa, para que cada versão possa ser rastreada. Assine com quem elaborou e quem aprovou e guarde a versão final na pasta de documentos do negócio.

Erros frequentes e o que revisar antes de assinar

Antes de dar o canvas por pronto, passe por estes pontos. São os mais repetidos e os que fazem o documento perder utilidade:

  • Blocos com frases longas e enfeitadas: o canvas funciona com frases curtas; se um bloco precisa de um parágrafo inteiro, ele não pertence ali.
  • Confundir o que se deseja com o que acontece hoje. O canvas descreve o negócio real, não o negócio ideal da próxima década.
  • Deixar de fora da estrutura de custos as despesas pequenas que se repetem toda semana. É ali que normalmente mora a diferença entre ganhar e não ganhar.
  • Confundir o dinheiro que entra com o lucro: faturar muito não significa que sobra muito, e o quadro está ali para mostrar isso.
  • Deixar as hipóteses sem forma de comprovação e sem data. Hipótese sem teste é apenas uma opinião com letra bonita.
  • Assinar sem revisar o rodapé e a tabela de controle. Um documento com o nome de outro negócio no rodapé perde credibilidade diante de um banco ou de um sócio.

Quando vale a pena passar para um sistema

O canvas em Word é excelente para pensar, organizar e discutir, e para isso não há nada melhor uma vez a cada seis meses. Mas chega um momento em que o negócio precisa que os números se atualizem sozinhos. Quando existem várias lojas ou unidades, quando o estoque se move todos os dias, quando as compras e as vendas já não cabem na memória do dono e quando as decisões passam a ser tomadas olhando relatórios e não lembranças, vale a pena passar para um sistema. É aí que entra o Kardex Tauro: a folha do canvas fica como documento de estratégia e o sistema cuida do dia a dia, com vendas, estoque e custos atualizados, de modo que a próxima revisão do canvas seja feita com dados e não com estimativas.

Este modelo faz parte do índice de modelos de Word, que os reúne agrupados por família.

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