Software de Kardex e Estoque

Kardex Tauro

O software de gestão de estoque Kardex Tauro® foi projetado para gerenciar seu armazém ou depósito de forma eficiente e pode ser aprendido em um curto período de tempo.

O Kardex Tauro é gratuito para uso não comercial.
Não requer conexão com a internet e funciona no Windows.

Modelo de plano de integração de pessoal em Word

Modelo de plano de integração de pessoal em Word

Todo negócio pequeno conhece aquela primeira semana incômoda: entra alguém com vontade, pergunta pouco, erra em tarefas que pareciam óbvias e, em poucos dias, já está resolvendo por conta própria coisas que ninguém explicou. Quase nunca é falta de vontade do colaborador; é falta de um plano. Este modelo de plano de integração de pessoal em Word existe exatamente para isso: deixar por escrito o que se prepara antes de a pessoa chegar, o que acontece no primeiro dia, o que se cobre na primeira semana e o que se revisa durante o primeiro mês.

O formato foi pensado para depósitos, armazéns, lojas e pequenas empresas onde não existe um setor de recursos humanos e a integração acaba sendo conduzida pelo dono, pelo supervisor do depósito ou pelo colega mais antigo. É um documento de uma página e meia, pronto para preencher no Word, com tabela de controle, caixas de marcação, listas de verificação, perguntas de avaliação e assinaturas no final.

Ele não pretende substituir o critério de quem o utiliza. É uma ordem: você decide quais temas se aplicam a cada cargo, quem acompanha o novo colaborador e como verifica se ele entendeu. O que o modelo evita é improvisar na frente da pessoa, esquecer a segurança porque o dia foi corrido e não ter nada para mostrar quando alguém pergunta o que foi explicado ao novo.

⬇ Baixar plano de integração de pessoal (.docx)

O que é e para que serve

Um plano de integração é o caminho que o novo colaborador percorre desde antes de assinar até o encerramento do primeiro mês. Serve para explicar uma única vez, bem e em ordem, aquilo que, de outra forma, seria repetido em pedaços durante semanas: como o negócio funciona, o que se espera do cargo, quais riscos existem e a quem perguntar quando algo não se sabe.

  • Deixar claro desde o primeiro dia o que se espera do cargo e como se percebe quando está sendo bem feito.
  • Dar nome próprio às responsabilidades: quem prepara o posto, quem explica cada tema e quem assina no final.
  • Evitar que a integração dependa da memória de uma única pessoa, que pode estar doente ou de férias justamente naquela semana.
  • Reduzir os erros caros dos primeiros dias: mercadoria guardada no lugar errado, preços cobrados de forma incorreta, devoluções mal encaminhadas, reclamações mal atendidas.
  • Cobrir o básico de segurança e saúde em tempo, e não depois do primeiro susto.
  • Deixar um registro assinado do que foi explicado, útil quando o gestor muda, quando alguém pergunta por que algo é feito de determinada maneira ou quando o mesmo processo precisa ser repetido com o próximo colaborador.

O que o modelo inclui

O arquivo traz nove blocos já montados, além da tabela de controle e do rodapé com o nome da empresa. A tabela abaixo resume o que se escreve em cada um deles.

SeçãoO que se escreve ali
1. Dados do colaborador e do processoNome, documento, cargo, área ou processo, gestor imediato, data de admissão, modalidade de trabalho e responsável por conduzir a integração.
2. Antes do primeiro diaTabela de tarefas prévias com o que precisa estar pronto, quem faz, quando e em que situação está.
3. Agenda do primeiro diaTabela por horário: atividade, quem conduz e em que local acontece.
4. Primeira semanaTabela com dia, tema ou atividade, quem acompanha e qual material ou registro fica dessa jornada.
5. Primeiro mêsTabela com semana, tema, responsável e prazo para encerrar o assunto.
6. Temas obrigatórios da integraçãoLista dos temas que são sempre apresentados, sem exceção, e que o colaborador assina ter conhecido.
7. Recursos entregues ao colaboradorTabela de seis recursos, com a caixa de entregue e a forma como cada um é devolvido no encerramento.
8. Avaliação da integraçãoCinco perguntas que o colaborador responde por escrito antes de assinar o encerramento.
9. Encerramento da integraçãoTexto de constatação e bloco de assinaturas do colaborador, do gestor imediato e de quem conduz a integração.

O plano em quatro momentos

O modelo se entende melhor quando lido como quatro momentos encadeados e não como uma lista solta de temas. São sempre os mesmos: antes do primeiro dia, o primeiro dia, a primeira semana e o primeiro mês. Cada um responde a uma pergunta diferente do negócio e nenhum deles deveria ser pulado, nem mesmo quando a contratação é urgente.

Antes do primeiro dia: preparar, não explicar

Nesse momento ainda não há ninguém para ouvir explicações, apenas coisas que precisam ficar prontas. Um colaborador que chega na segunda-feira e encontra o posto sem limpeza, sem ferramentas e sem uniforme no tamanho certo começa a duvidar do negócio antes de executar a primeira tarefa, e essa primeira impressão pesa mais do que se imagina. A tabela do modelo é preenchida com datas reais e um responsável por linha; escrever "todos" equivale a não escrever nada. O exemplo abaixo mostra como ela fica depois de preenchida.

O que precisa estar prontoQuem fazQuandoSituação
Contrato assinado e dados lançados na folhaAdministrativoUma semana antesPronto
Posto de trabalho, ferramentas e e-mail prontosGestor imediatoDois dias antesEm andamento
Equipamentos de proteção individual no tamanho do colaboradorGestor imediato ou almoxarifadoDois dias antesEm andamento
Colega de referência definido para a primeira semanaGestor imediatoUma semana antesPronto
Equipe avisada sobre a chegada e o cargo do novo colaboradorGestor imediatoUm dia antesPendente

O primeiro dia: agenda com horários

O primeiro dia não é para encher a cabeça de informação, mas para que a pessoa saiba onde está. Uma agenda razoável abre com a recepção e a entrega dos recursos, segue com a visita às instalações e a apresentação à equipe, e deixa para a tarde a explicação geral da função com o gestor imediato. Encerrar o dia com dez minutos de perguntas abertas rende mais do que qualquer discurso, porque a dúvida que não é feita na segunda-feira vira erro na quinta. Como referência, a agenda cobre: chegada e recepção, visita às instalações, apresentação à equipe, entrega de uniforme e ferramentas, explicação geral do cargo, almoço com o colega de referência e fechamento do dia com dúvidas. O modelo traz a tabela com as colunas de horário, atividade, quem conduz e local, além de espaço para oito a dez blocos.

A primeira semana: seis temas já escritos

A primeira semana é onde a função é realmente aprendida. O modelo já traz seis temas, um por dia, com a coluna de quem acompanha e a de qual material ou registro fica daquela jornada. A ordem importa: primeiro o negócio, depois o local, em seguida o trabalho e, por último, o cliente.

DiaTema ou atividadeQuem acompanhaMaterial ou registro
Dia 1Como o negócio funciona: o que vende e para quemGestor imediatoResumo do negócio explicado
Dia 2Visita às instalações e áreas de trabalhoColega de referênciaPlanta ou registro de visita
Dia 3Processos do cargo e sistema de estoqueGestor imediatoLista de processos do cargo
Dia 4Segurança, organização e descarte de resíduosResponsável de segurançaRegistro de entrega dos equipamentos de proteção
Dia 5Atendimento ao cliente e tratamento de reclamaçõesColega de referênciaCasos comentados
Dia 6Fechamento da semana: dúvidas e acordosGestor imediatoAta curta com as dúvidas resolvidas

O primeiro mês: encerrar o que ficou aberto

O quarto momento é o mais esquecido e o que mais retorno dá. A tabela do primeiro mês existe para programar o que não caberia em uma semana: revisar o sistema de estoque com casos reais, conferir os relatórios que o colaborador já entrega sozinho, praticar o tratamento de uma reclamação difícil e confirmar que ele entende como o seu trabalho é medido. Cada linha leva semana, tema, responsável e prazo. Quatro meses depois ninguém lembra o que ficou pendente, mas o papel lembra.

Temas obrigatórios da integração

Estes temas são sempre apresentados, sem exceção, e o colaborador assina que tomou conhecimento. Não dependem do cargo nem da área e não deveriam ficar para depois, porque sempre aparece algo mais urgente.

  1. Regulamento interno e regras de convivência no local de trabalho.
  2. Segurança e saúde: riscos do posto e equipamentos de proteção individual.
  3. Tratamento de informações e de dados de clientes e fornecedores.
  4. Ferramentas e sistemas que serão usados na função.
  5. Processos do cargo: o que recebe, o que entrega e com quem se articula.
  6. Jornada, registro de ponto, intervalos, pagamentos e pedido de licenças.
  7. A quem recorrer em uma emergência, em uma reclamação ou após um acidente.

Como usar o modelo passo a passo

  1. Baixe o arquivo e abra no Word. Salve com o nome do colaborador, e não como um modelo em branco: assim você monta um histórico por pessoa.
  2. Substitua o nome da empresa no rodapé pelo do seu negócio e ajuste o cabeçalho ou o logotipo, caso costume usá-los.
  3. Na tabela de controle, troque o código do documento [ID-___] pelo número seguinte da sua sequência de arquivo, e preencha a versão e a data.
  4. Preencha os dados do colaborador e do processo: cargo, área, gestor imediato, modalidade e quem conduz a integração.
  5. Monte a tabela de antes do primeiro dia com responsáveis com nome próprio e datas concretas, nunca com expressões como "a área" ou "quando der".
  6. Programe a agenda do primeiro dia com horários e um responsável por bloco. Deixe a tarde mais leve e com espaço para perguntas.
  7. Complete a primeira semana e o primeiro mês escrevendo o tema de cada dia e de cada semana, e não apenas o nome do setor.
  8. Imprima o documento, percorra-o com o colaborador presente, responda às cinco perguntas de avaliação e assine no final. Arquive o original com os anexos e entregue uma cópia a cada signatário.

Erros frequentes e o que conferir antes de assinar

  • Conduzir a integração de memória, sem o documento à vista: os temas se perdem e depois ninguém sabe o que foi explicado.
  • Explicar a operação no primeiro dia e deixar segurança e temas obrigatórios para depois, quando ninguém mais os revisa.
  • Escrever "todos" ou "a área" como responsável: sem nome, a tarefa não é feita.
  • Entregar uniforme, ferramentas, chaves ou senhas sem registrar o que saiu e como será devolvido.
  • Assinar o encerramento sem ter respondido às cinco perguntas de avaliação, o que esvazia o sentido da assinatura.
  • Guardar o plano apenas no computador de uma pessoa e sem o anexo dos recursos entregues.

Quando vale a pena migrar para um sistema

O modelo em Word é perfeito enquanto as contratações são poucas e cada integração pode ser conduzida com calma. Ele começa a ficar curto quando o negócio contrata com frequência, quando existem várias unidades e ninguém sabe ao certo quem assinou o quê, quando os documentos ficam em pastas diferentes, quando é preciso comprovar que um tema de segurança foi explicado no dia correspondente, ou quando a rotatividade faz a mesma informação ser repetida a cada poucos meses. Nesse ponto o papel passa a ser o gargalo, e vale a pena apoiar-se em um sistema que guarde o histórico do colaborador e avise a pessoa certa no momento certo. O Kardex Tauro permite manter a integração, os recursos entregues e as assinaturas dentro do mesmo sistema onde o estoque já é controlado, de modo que o documento não se perca nem se duplique. Antes de dar esse passo, porém, o modelo continua útil: um processo que não está claro no papel também não ficará claro dentro de um sistema.

Modelo de plano de integração de pessoal em Word
É assim que o modelo aparece ao abri-lo no Word.

Este modelo faz parte do índice de modelos de Word, que os reúne agrupados por família.

⬇ Baixar plano de integração de pessoal (.docx)

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